"Não junto a minha voz às dos que, falando em paz, pedem aos oprimidos, aos esfarrapados do mundo, a sua resignação.
Minha voz tem outra semântica, tem outra música.
Falo da resistência, da indignação, da “justa ira” dos traídos e dos enganados. Do seu direito e do seu dever de rebelar-se contra as transgressões éticas de que são vítimas cada vez mais sofridas."
(Paulo Freire, 1997)